segunda-feira, 22 de abril de 2013

Medo de se Relacionar? Hahahahaha! (Crônica)

Queridos e muito estimados leitores! Já passamos de doze mil visualizações deste modesto blog azul-bebê em apenas dois anos. Obrigado, obrigado!

No momento, encontro-me perto de completar dois anos de "solteirice" e resolvi fazer uma retrospectiva desse tempo. Cheguei a algumas conclusões... Me deparei com mulheres em estado de "luto", "medo de se relacionar" e coisas do tipo. Eu sempre fui o tipo de homem que dá espaço, que entende e que... "dança"... É, eu "danço" sem saber dançar (sério, não sei dançar...rs). O engraçado é que a maioria dessas mulheres começam a namorar pouco tempo depois. Sim, eu acho graça! Quando eu dou a sorte de "furar o bloqueio", tcharammmm: aparece outro bloqueio (distância, incompatibilidade de tempo, entre outros). Concluí nesse tempo todo, somado com as experiências anteriores, é que essa coisa de "estou em luto" (exceto quando o par realmente morreu), "estou com medo de me relacionar", "estou com medo de me magoar" quer dizer tudo a mesma coisa (perdoem o pragmatismo): ESTA MULHER NÃO ESTÁ AFIM DE VOCÊ, RAPAZ!

Contar-lhes-ei uma história do meu movimentado passado. Certa vez interessei-me por uma moça que eu já conhecia da época da escola (anos 80... Xuxa, Balão Mágico, Trem da Alegria, Ploc). Em um determinado ano, trabalhávamos no Centro da Cidade do Rio de Janeiro e amigos em comum almoçavam juntos e nesse momento gastronômico começamos a conversar. Por sermos vizinhos muito próximos e por sairmos na mesma hora de nossos trabalhos, pegávamos o mesmo ônibus pra voltar e descíamos no mesmo ponto. Descobri nas conversas no transporte coletivo de massa (e haja massa!) que ela estava namorando e o relacionamento estava em crise. Namorado muito ciumento, não dava a atenção que ela queria e por acaso (ou não, Caetano) eu estava ali dando a atenção que o cidadão que estava em relacionamento sério com a moça não dava. Fomos a cada volta pra casa nos envolvendo num clima constrangedor, pois eu era um bom rapaz, não "ficaria" com uma moça comprometida. Certa data acabou que eu disse pra ela que estava me apaixonando e ela confessou que ficou "balançada". Pouco tempo depois, estávamos saindo da Missa (nós frequentávamos a mesma paróquia) e o namorado dela foi buscá-la. Eu fiquei de papo com os amigos no estacionamento da igreja, de olho nos dois, que ao invés de irem embora, ficaram conversando. Ambos gesticulavam. Sim, era uma DR (Discussão de Relação). Passado algum tempo, o rapaz tomou o caminho da saída, de cabeça baixa, e ela veio correndo em direção onde eu estava. Chamou-me no canto e apenas disse: "Terminei com ele". Nos beijamos e naquele momento eu era o novo namorado dela. Digamos que o "luto" dela durou menos de um minuto. OBS: Ela foi a segunda colocada entre as mulheres que me namoravam, no quesito CIÚME. Apanhei dela na rua e tudo. Podem rir, eu deixo.

O "medo de se relacionar" e as coisas do tipo são, em sua maioria, um "não". Sugiro que as pessoas caiam fora quando essas justificativas são dadas. Insistam se valer muito a pena, mas não se iludam.

A certeza que tenho é que quando entra a paixão, os medos vão para a "cucuia".

Beijo nas crianças,
MB